Uma das perguntas que costuma surgir logo nas primeiras conversas é sobre o preço do seguro: “quanto vai me custar?” Uma pergunta aparentemente simples, mas que não tem resposta fácil. A resposta mais honesta costuma ser “depende”, o que muitas vezes gera frustração. O papel do mediador é explicar que esse valor só pode ser determinado após um processo detalhado de análise. O custo final do seguro é resultado de uma série de avaliações, escolhas e decisões tomadas ao longo desse processo.
É comum que, ao conhecer as diferentes opções disponíveis, o futuro segurado prefira confiar boa parte das decisões ao profissional que o assessora. Não é raro que a pergunta seguinte seja: “então, qual seguro de vida eu preciso?”
A principal questão que ambos devem responder é: para que preciso do seguro de vida? Com base nessa resposta, será definido o tipo de seguro mais adequado, as coberturas necessárias e o capital segurado. Os objetivos podem variar: proteger economicamente a família em caso de falecimento, garantir o pagamento de compromissos financeiros como dívidas ou hipoteca, cobrir uma eventual invalidez e assegurar renda, planejar a sucessão ou complementar a renda na aposentadoria.
Muitas pessoas questionam a necessidade de contratar um seguro de vida, especialmente quando são solteiras e sem filhos. No entanto, podem existir circunstâncias que justifiquem sua contratação. É o caso de profissionais com negócio próprio e funcionários. Nessas situações, o seguro de vida pode cobrir os impactos econômicos que a empresa possa sofrer com o falecimento do principal executivo. Assim, sócios e herdeiros terão respaldo para garantir a continuidade do negócio.


